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Deso realiza pesquisas de campo em Dores sobre obras de esgotamento sanitário

Com investimento de R$ 24 milhões e previsão de conclusão para julho/2017, as intervenções irão propiciar coleta e tratamento de esgoto sanitário em aproximadamente 80% da área urbana do município
01 de Julho de 2016 | 10:14

Com objetivo de beneficiar a população de Nossa Senhora das Dores/SE, a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) segue com as obras de esgotamento sanitário do município. As intervenções, orçadas em R$ 24 milhões, irão propiciar a coleta e tratamento de esgoto em aproximadamente 80% da área urbana do município, atendendo a mais de 15 mil pessoas com 3.186 ligações. Em interação com a população, a gerência socioambiental da empresa promove pesquisas de campo e palestras educativas no local.

Segundo a gerente socioambiental Anna Luiza Salgado, a pesquisa é de fundamental importância. “Nós fazemos esse relatório através dos relatos dos moradores. As informações são passadas para o setor de engenharia da obra para que sejam tomadas as devidas providências. Por exemplo, se uma calçada é danificada por conta da operação, nós fazemos a notificação e a empresa de engenharia faz os reparos devidos”, explicou.

Além das pesquisas de campo, a Deso realiza palestras educativas em escolas públicas da região, com o intuito de informar estudantes e funcionários sobre os benefícios do esgotamento sanitário e da utilização correta da água. “A educação ambiental é um dos principais focos da Companhia e da nossa gerência”, declarou Anna Luiza.

Sobre a obra

Em maio de 2015, o Governo do Estado assinou ordem de serviço para implantação do sistema de esgotamento sanitário de Nossa Senhora das Dores. A previsão de conclusão das obras é julho de 2017.

Além do tratamento de esgoto, o sistema também vai promover a despoluição do açude Marcela, localizado na cidade de Itabaiana, que atualmente é usado para despejo dos dejetos sanitários destas cidades. Itabaiana também integra o Programa Águas de Sergipe, que é realizado em parceria com o Banco Mundial (BIRD) para melhorar a qualidade da água da Bacia Hidrográfica do Rio Sergipe (BHRS). Após a despoluição, este açude poderá ser utilizado para o lazer e a prática de esporte náutico.

Com o fim das obras, o Banco Mundial fará o monitoramento do novo Sistema de Esgotamento em um período de dois a cinco anos, realizando visitas periódicas e relatórios. O investimento está sob a coordenação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

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