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Dia do Papiloscopista é comemorado em Sergipe com ciclo de palestras

Ação discutiu assuntos relacionados ao trabalho desenvolvido pelos papiloscopistas de Sergipe
05 de Fevereiro de 2019 | 16:40

"A Papiloscopia como Ferramenta no Inquérito Policial". Com esse tema geral, papiloscopistas e policiais civis estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (05), em um  ciclo de palestras voltado para discutir assuntos relacionados ao trabalho desenvolvido por papiloscopistas em Sergipe. 

Na oportunidade, a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitosa, representando o secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, destacou a importância dos papiloscopistas nas atividades que desempenham. "Os temas aqui tratados são muito importantes, especialmente para profissionais que trabalham com investigação policial. Então gostaríamos de parabenizar estes profissionais por este primeiro evento e dizer que, após a chegada deles, o trabalho investigativo apresenta mudanças significativas no resultado apresentado à sociedade", destacou.

Ao longo da manhã, o ciclo de palestras contou com temas inovadores que trataram da investigação civil, falsidade ideológica, reconhecimento facial humano (retrato falado), o laudo papiloscópico na esfera inquisitória judicial, além da importância da preservação do local de crime para o levantamento papiloscópico. 

Segundo o papiloscopista Washington dos Santos Barreto Júnior, a papiloscopia trata da ciência que aborda a identificação humana. "É o papiloscopista que identifica pessoas, seja na identificação civil, criminal e necropapiloscópica (em cadáveres). E esse evento de hoje marca todo o trabalho que a papiloscopia realiza, sobretudo subsidiando os inquéritos policiais", pontuou.

Segundo informações do delegado Osvaldo Rezende, diretor do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc), sem o trabalho de papiloscopistas e peritos a investigação policial se tornava limitada. "Com a chegada destes profissionais, nós conseguimos ter êxito em algumas investigações chegando à verdade, encaminhando ao Judiciário e prendendo criminosos. Então sem dúvida o trabalho deste novo corpo técnico ampliou o âmbito de investigação da polícia sergipana", ressaltou.

Para o papiloscopista Wendel da Silva, os papiloscopistas em Sergipe trazem como trabalhos mais relevantes para a sociedade, a identificação civil e os serviços na área criminal. "A identificação civil é o que dá origem ao documento de identidade; e não menos importante, tem a área criminal, que é justamente a presença do papiloscopista no local de crime fazendo o levantamento de coleta de impressões digitais para tentar chegar à autoria delitiva do crime. Dentro das nossas possibilidades, temos realizado o trabalho com maior profissionalismo e eficácia possível", finalizou.

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