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Projeto 'A Escola Vai ao Batalhão de Choque' completa sete anos

A ação tem como principal objetivo incentivar valores morais, sociais e éticos aos jovens e assim protegê-los de situações de vulnerabilidade social
20 de Outubro de 2018 | 08:58

O projeto social A Escola Vai ao Batalhão de Choque desenvolvido pela Polícia Militar em parceria com o Sesi completa sete anos com muita festa e serviços prestados à comunidade. O comandante-geral da Corporação, coronel Marcony Cabral, prestigiou os festejos que ocorreram no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, na última quarta-feira, 17, no Bairro América, em Aracaju.

A ação, que durante esse período já atendeu mais de 500 crianças e adolescentes de comunidades carentes da capital, tem como principal objetivo incentivar valores morais, sociais e éticos aos jovens e assim protegê-los de situações de vulnerabilidade social. Atualmente, 180 crianças são atendidas pelo projeto, e outras 200 aguardam a oportunidade em uma lista de espera. O programa oferece ensino de judô, além de aulas de reforço de matemática e português, ministradas por policiais graduados nas disciplinas. 

Durante o evento, o coronel Marcony Cabral falou sobre a importância do projeto para a construção de uma sociedade melhor e enalteceu a iniciativa do cabo Elvio Mota, idealizador do programa. “Este é um trabalho magnífico de prevenção à violência e à criminalidade que tem retirado um grande número de crianças e adolescentes do envolvimento com as drogas e outras mazelas sociais. Dessa forma, continuaremos apoiando para que outras crianças possam ser atendidas”, afirmou. O comandante explicou que a formação dos atletas é apenas uma das consequências, e o principal objetivo da ação é formar homens e mulheres de bem que contribuam para uma sociedade melhor.

A dona de casa Fabiana Bispo dos Santos, que tem quatro filhos assistidos pelo programa, comentou sobre a relevância do A Escola Vai ao Batalhão de Choque para os moradores do Bairro América e comunidades vizinhas. “Quando conhecemos o projeto desenvolvido pela Polícia Militar percebemos como esses profissionais se dedicam para ajudar os nossos jovens a se tornarem pessoas do bem. Os meus filhos são privilegiados pelas ações, inclusive, um deles, de 16 anos, se tornou campeã sergipana de judô”, disse.

O idealizador do projeto explicou a importância da prevenção no combate à criminalidade. “Ações como essa evitam, principalmente, que os jovens mais carentes entrem no mundo do crime. É o papel da Polícia Militar realizar uma prevenção primaria da violência e da criminalidade, utilizando ferramentas como o esporte. Já temos três campeões sergipanos de judô que representarão o Estado de Sergipe em competições de nível nacional”. Élvio Mota finalizou explicando que a intenção é revelar talentos para o esporte, mas, principalmente, cooperar com uma formação cidadã dos jovens assistidos pelo projeto A Escola Vai ao Batalhão de Choque.

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